Cursos 100% Gratuitos! Acesse Agora:

Minha Despedida

CARTA ABERTA

Venho por meio desta externar meu profundo agradecimento pela oportunidade a mim concedida de lecionar por mais de 10 anos na FGG para o curso de Pedagogia e por um determinado período no curso de Psicologia, e por poder colaborar com a ACE em reuniões, eventos e formaturas sempre que solicitado.

Nesse tempo lecionei as disciplinas de Filosofia da Educação, História da Educação, Projetos Educacionais, Políticas Públicas, Formação Continuada dos Docentes, Gestão Escolar, Educação e Novas Tecnologias, Educação de Jovens e Adultos, Antropologia, Sociologia da Educação e Empreendedorismo. Reconheço que mais aprendi que ensinei.

Também estendo meus agradecimentos sinceros especialmente para algumas pessoas, dentre elas destacam-se: Professora Cheila, ex-coordenadora do curso de Pedagogia, gestora competente e ética, a qual me deu a oportunidade de compor sua equipe de trabalho; Professor Petry, ex-diretor da faculdade e excelente professor de sociologia; Professor Júlio, gestor por excelência do curso de Psicologia; Agradeço a ex-secretária Jovita e a Secretária Sandra, sempre muito prestativas e educadas. Também agradeço a professora empreendedora Marília, a qual tive o privilégio de ser aluno e mais tarde colega de trabalho; E a amiga Elisabeth, ex-professora da pedagogia, sempre muito comprometida, atualmente colega de trabalho na SDR/GERED. Meu muito obrigado ao Luciano, sempre muito prestativo e excelente funcionário. Também estendo meus agradecimentos a toda equipe administrativa e corpo docente do curso de Pedagogia da FGG.

Ao corpo discente desejo muito sucesso enquanto acadêmicos e acadêmicas do curso de Pedagogia, especialmente para aqueles e aquelas que por algum período tive a honra de ter como meus alunos e alunas. A vocês desejo também sucesso profissional, sempre pautado pela ética e pelo comprometimento.

Lembrem-se que: “uma visão de futuro sem ação é apenas um sonho; Uma ação sem visão de futuro é apenas um passatempo; Porém, uma visão de futuro com ação planejada pode causar uma revolução pessoal e profissional positiva”. Por isso, digo a todos e a todas, mesmo para aqueles e aquelas que por alguma razão não entenderam minha proposta pedagógica de trabalho: “acredite em você, tenha pensamentos de sucesso, palavras de sucesso, ações de sucesso, hábitos de sucesso e acima de tudo caráter, e certamente o teu destino só poderá ser o sucesso pessoal e profissional”!

Mais uma vez muito obrigado por tudo e que Deus nos dê sabedoria e ilumine a todos nós.

Cordialmente,

Professor Jorge Schemes.


MEC Lança portal do PNE - Plano Nacional de Educação


O Ministério da Educação e Cultura (MEC) lançou nesta segunda-feira o portal doPlano Nacional de Educação (PNE), Planejando a Próxima Década, que vai servir de apoio para gestores públicos na elaboração dos planos estaduais e municipais. Nele será possível consultar dados dos municípios e estados, e acessar sugestões personalizadas de trajetórias para o cumprimento das metas.[Fonte: Terra]

Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica - Clique na Imagem


MEC - Materiais Didáticos para EJA

Materiais Didáticos
A Coleção Cadernos de EJA foi elaborada para o ensino fundamental de jovens e adultos, da alfabetização até a 8ª série. Ela poderá também ser utilizada, integralmente ou em parte, em outras situações de ensino, como nas experiências de educação não formal, apesar de seu foco ser o ensino fundamental de jovens e adultos ofertado pelas escolas públicas. A coleção segue as orientações curriculares do CNE, organizando os componentes e conteúdos em torno de eixos temáticos e tem o trabalho como eixo geral integrador desses temas.

A palavra-chave dessa coleção é flexibilidade. Ela é uma verdadeira ferramenta do trabalho pedagógico, pois dá liberdade ao professor para decidir o que quer ou não utilizar, em que ordem, com que finalidade. Essa flexibilidade permite que o professor, ao elaborar seu planejamento, possa inserir textos e atividades livremente enriquecendo seu dia a dia na sala de aula e a organização do processo ensino-aprendizagem.

Ela é parte de um convênio estabelecido, por meio do FNDE, entre a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade e a Fundação Unitrabalho. Além da coleção impressa, o projeto criou o portal EJA que apresenta e disponibiliza os Cadernos de EJA. Ele tem como objetivo criar um canal de diálogo com os professores da educação de jovens e adultos do país, apoiando o processo de ensino-aprendizagem desenvolvido por eles no cotidiano da escola.

Caso você necessite de mais informações ligue para o Departamento de Educação de Jovens e Adultos/Coordenação-Geral da Educação de Jovens e Adultos da Secad: (61) 2104 8614.

Cadernos Trabalhando Com a Educação de Jovens e Adultos:

Cadernos de EJA - Matéria pedagógica destinada aos 1º e 2º segmentos do ensino fundamental de EJA

Caderno metodológico Capa Conteúdo

Nome do cadernoAlunoProfessor
Cultura e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Diversidade e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Economia Solidária e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Emprego e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Globalização e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Juventude e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Meio Ambiente e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Mulher e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Qualidade de vida, consumo e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Segurança e Saúde no TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Tecnologia e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Tempo livre e TrabalhoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo
Trabalho no CampoCapa / ConteúdoCapa / Conteúdo

Ementa da Disciplina EJA do Curso de Pedagogia da FGG/ACE


Nome e código do componente curricular:

Educação para jovens e adultos
Semestre:

Carga horária:

36 h/a
Modalidade:

Disciplina
Função:

Básica
Natureza:

Obrigatória

Pré-requisito

EMENTA

Análise histórica do ensino de jovens e adultos na realidade educacional brasileira. Fracasso escolar e exclusão social. Caracterização da clientela em face dos determinantes econômicos, sociais e pedagógicos. Processos de ensino, aprendizagem de jovens e adultos. Procedimentos didáticos e ação docente.

OBJETIVOS

* Analisar a historia social do Ensino de Jovens e Adultos no Brasil;
* Discutir fracasso e exclusão social;
* Caracterizar a clientela face aos determinantes;
* Compreender o processo de ensino e aprendizagem de Jovens e adultos;
* Aplicar procedimentos didáticos para a ação docente.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

* Análise histórica social do ensino de jovens e adultos na realidade educacional brasileira,
* Fracasso escolar e exclusão social;
* Caracterização da clientela em face dos determinantes econômicos, sociais e pedagógicos;
* Processos de ensino, aprendizagem de jovens e adultos,
* Procedimentos didáticos e ação docente

METODOLOGIA

* Aulas dispositivas dialogadas
* Trabalhos em grupo
* Seminários
* Apresentação em grupo e individual

AVALIAÇÃO

* Assiduidade, pontualidade e participação em classe
* Trabalhos escritos individuais e coletivos
* Exposição de trabalhos
* Elaboração de projetos
* Prova escrita


REFERÊNCIA BÁSICA

PAIVA, Vanilda Pereira. Educação popular e educação de adultos: contribuição à historia da educação brasileira. São Paulo: Ed. Loyola,1973.

PINTO, Alvao Vieira. Sete lições sobre educação de adultos. São Paulo: Cortez Ed. 2000.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra,1987.

Educação de Jovens e Adultos - História e Memória

Alfabetização de adultos precisa levar em conta "norma popular"

Um livro de língua portuguesa distribuído a turmas de educação de jovens e adultos (EJA) pelo Ministério da Educação (MEC) causou polêmica ao incluir frases com erro de concordância como "os livro ilustrado" ou "nós pega o peixe" em uma lição que apresentava a diferença da norma culta e a falada. No texto, a autora da obra Por uma Vida Melhor defende que os alunos podem falar do "jeito errado", mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas. Apresenta exemplos incorretos e, em seguida, mostra como eles deveriam ser escritos de acordo com as normas gramaticais.
A Academia Brasileira de Letras (ABL) condenou a posição da autora e criticou o MEC por defender a obra. O ministro Fernando Haddad já disse que os 484 mil livros comprados e distribuídos às escolas não serão recolhidos. De acordo com a ABL, "a posição teórica dos autores do livro didático que vem merecendo a justa crítica de professores e de todos os interessados no cultivo da língua padrão segue caminho diferente do que se aprende nos bons cursos de teoria da linguagem".
Mas linguistas e especialistas em educação de adultos defendem que a aceitação da variedade popular é parte importante do trabalho com o público que não frequentou a escola na idade correta. "O aluno chega à escola com uma linguagem já constituída muito longe do que é a norma culta. Se acha burro por falar errado. Então o educador tem que mostrar que a linguagem dele não é primitiva, mas uma língua que tem uma lógica e por meio da qual ele consegue se comunicar. Se você reconhece a sua própria fala, você consegue adquirir a norma culta", aponta Vera Masagão, presidente da organização não governamental (ONG) Ação Educativa e especialista em EJA.
Segundo Vera, para o adulto que retorna à escola depois de muito tempo sem estudar, aprender a norma culta é quase como "aprender uma língua estrangeira". "Ele vai fazer um esforço muito grande para colocar o 's' no final das palavras porque para ele não é natural conjugar o plural. Ele já é falante totalmente maduro, ao contrário de uma criança", compara. Ela avalia que a mesma abordagem não poderia fazer parte de um livro para as séries regulares do ensino fundamental, por exemplo, já que, nessa fase, o aluno está formando a sua linguagem.
Marcos Bagno, professor da Universidade de Brasília (UnB) e autor do livro Preconceito Linguístico, considera que faltaram informações à sociedade e aos meios de comunicação para abordar o assunto. "Isso é uma falsa polêmica porque qualquer livro didático que você procure no mercado brasileiro traz um comentário, uma lição sobre a variação linguística. A linguística moderna se dedica ao estudo de qualquer manifestação da língua e não só aquela que um grupo de pessoas considera certa", afirma. [Fonte: terra]

O livro de português foi distribuído pelo MEC para tumas de Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Foto: Editora Global/Reprodução

O livro Por uma Vida Melhor foi distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) para turmas de educação de jovens e adultos (EJA) em todo o Brasil. A publicação causou polêmica ao incluir frases com erro de concordância em uma lição que apresentava a diferença da norma culta e a falada.
Confira abaixo trechos do livro sobre o assunto:
"É importante saber o seguinte: as duas variantes (norma culta e popular) são eficientes como meios de comunicação. A classe dominante utiliza a norma culta principalmente por ter maior acesso à escolaridade e por seu uso ser um sinal de prestígio. Nesse sentido, é comum que se atribua um preconceito social em relação à variante popular, usada pela maioria dos brasileiros".
"'Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado'. Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar 'os livro?'.' Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião".
"Na variedade popular, contudo, é comum a concordância funcionar de outra forma. Há ocorrências como:
Nós pega o peixe. - nós (1ª pessoa, plural); pega (3ª pessoa, singular)
Os menino pega o peixe. - menino (3ª pessoa, ideia de plural - por causa do "os"); pega (3ª pessoa, singular).
Nos dois exemplos, apesar de o verbo estar no singular, quem ouve a frase sabe que há mais de uma pessoa envolvida na ação de pegar o peixe. Mais uma vez, é importante que o falante de português domine as duas variedades e escolha a que julgar adequada à sua situação de fala".
"É comum que se atribua um preconceito social em relação à variante popular, usada pela maioria dos brasileiros. Esse preconceito não é de razão linguística, mas social. Por isso, um falante deve dominar as diversas variantes porque cada uma tem seu lugar na comunicação cotidiana".
"A norma culta existe tanto na linguagem escrita como na linguagem oral, ou seja, quando escrevemos um bilhete a um amigo, podemos ser informais, porém, quando escrevemos um requerimento, por exemplo, devemos ser formais, utilizando a norma culta. Algo semelhante ocorre quando falamos: conversar com uma autoridade exige uma fala formal, enquanto é natural conversarmos com as pessoas de nossa família de maneira espontânea, informal". [Fonte: Terra]

Links de Subsídios Para Reflexões Sobre a EJA


ASSUNTOS E LINKS:



http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001368/136859POR.pdf


Economia Solidária

http://www.publicacoes.inep.gov.br/arquivos/%7BD85647A6-2A37-4FD2-A4F6-20DD186E0A71%7D_econ_solidaria_educacao_JA.pdf


Educação Popular




Educação como exercício da diversidade

EJA: uma memória contemporânea

I Seminário Nacional de Formação de Educadores de Jovens e Adultos

II Seminário Nacional de Formação de Educadores de Jovens e Adultos

Trabalhando com a EJA – CADERNOS TEMÁTICOS

Conselho Internacional de Educação de Adultos


Rede Brasileira de Educação Ambiental


Instituto Paulo Freire

Revista Educar

Ação Educativa

http://www.acaoeducativa.org.br/
Biblioteca Digital Paulo Freire

http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/

Publicações MEC